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Não se discute que o ideal seria afastar tão cedo quanto possível, no início da gravidez, a possibilidade de haver alguma anormalidade cardíaca fetal, tanto para tranqüilizar a família quanto para planejar a conduta no caso alguma alteração. Embora seja possível a visibilização do coração no primeiro trimestre da gestação através da ecocardiografia transvaginal, ao redor da 13a-14a semana, as imagens obtidas não são suficientemente claras para que o exame possa ser considerado definitivo, em termos de rotina. A obtenção da visão do coração e dos grandes vasos através do abdome materno antes das 18 semanas, da mesma maneira, é possível em muitos casos, mas não se constitui um exame rotineiro, que permita conclusões com a fidedignidade desejável. Por isso, a idade gestacional considerada ideal para a indicação do ecocardiograma fetal situa-se entre a 20a e a 28a semanas, embora o exame possa ser realizado até o termo. Ao final da gestação, a menor mobilidade fetal e a menor quantidade relativa do líquido amniótico dificultam (embora não impeçam) a obtenção de imagens cardíacas com boa qualidade técnica.
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